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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Escritora Iêda Lima realiza noite de autógrafos no Rio de Janeiro

quarta-feira, setembro 13, 2017
Foto: Divulgação
Hoje falarei da escritora Iêda Lima que lançou sua autobiografia intitulada, “Um olhar no retrovisor e outro na estrada”. A escritora realizará no dia 19 deste mês, uma noite de autógrafos no Rio de Janeiro, na livraria Travessa, das 19h às 22h. Claro que agradecemos o convite que o Blog Tudo Junto e Misturado recebeu para estar presente nete noite tão especial.

Para quem não leu a entrevista que fizemos com a escritora, é só conferir ela completa: Iêda Lima lança autobiografia e diz ementrevista ao TJM...
Mas vai aqui uma breve descrição. Durante sua juventude, na década de 60, perante o sistema político e os problemas enfrentados pela sociedade a transformaram em uma jovem rebelde que se somou a tantos outros na defesa do livre pensar e se reunir com outros militantes, o que lhe custou quase nove anos de exílio. Ao aposentar-se, aos 66 anos de idade, resolveu contar um pouco da sua história.

Segundo a autora, foi uma maneira que ela encontrou para contar aos jovens que um projeto se constrói com compromisso, engajamento e coragem para acolher as desventuras e conquistas como ferramentas de aprendizagem e de crescimento pessoal e coletivo.
E como digo, falou de cultura e entretenimento, lembrou-se do Blog Tudo Junto e Misturado que entrevistou a militante. É só conferir...

Sobre a autora

Iêda Lima é de Campina Grande, mas mora em São Paulo desde 2010. Descendente de índios Tarairús e Potiguares e mistura com brancos Holandeses e Portugueses, Iêda Lima teve uma rica experiência profissional, após a sua volta do exílio no Chile e Alemanha.
Formada em Economia de Transportes, pela Escola Superior de Transportes e Comunicações de Dresden, na Alemanha, Mestre pela Universidade Federal da Paraíba/Campina Grande e Doutora pela USP de São Carlos, em Engenharia de Transportes, ela é autora do livro técnico “O novo e o velho na gestão da qualidade do transporte urbano” (Bauru: EDIPRO, 1996), e desde sua aposentadoria, em junho de 2014, dedica-se a escrever, fotografar, formar opinião via redes sociais e curtir a família e os amigos. Esta é sua primeira obra pessoal e destaca-se como uma autobiografia com viés político e social que muito nos faz refletir sobre o momento atual em que vivemos.

Serviço
Autora - Iêda Lima
160 páginas – 14x21cm
R$ 34,90
Editora Literando & Afins


Noite de Autógrafos 
Rua Visconde de Pirajá, 572 - Ipanema- RJ
Horário: Das 19h às 22h.

terça-feira, 9 de maio de 2017

FLUP 2017 começa nesta sexta-feira no Rio de Janeiro

terça-feira, maio 09, 2017

Foto: Divulgação/FLUP
Falou de cultura e remar contra a maré, lembrou do Blog Tudo Junto e Misturado. Você já ouviu falar da FLUP? Ela é considerada a Festa Literária das Periferias, sabe aquela pegada de fazer você pensar, refletir sobre os acontecimentos da nossa história, o presente e o futuro? Essa é a FLUP que começará nesta sexta (12), no auditório do Museu de Arte do Rio, o MAR. A primeira atividade do ano será o Seminário Seis Temas à Procura de Justiça - a Poesia Também Pode Inspirar a Luta Contra o Trabalho Infantil e a Escravidão Contemporânea. Na noite de abertura do seminário, haverá uma mesa com Marcelino Freire e Marta Porto.

O seminário terá como objetivo inspirar os poetas que participarão do sexto processo de formação da FLUP, que já publicou 14 livros e revelou 156 autores da periferia carioca. O processo de formação resultará na publicação de uma coletânea de poemas, a ser lançada na FLUP, que este ano será no Vidigal, de 7 a 12 de novembro.

Foto: Divulgação/FLUP
Dividido em dois dias, o seminário terá seis grupos de trabalho (GTs), que serão orientados por Athayde Motta, Flavia Oliveira, Julio Tavares, Julita Lemgruber, Lia Schucman e Marcus Vinicius Faustini. Os GTs discutirão temas espinhosos como o machismo, o racismo, a guerra às drogas e a guetificação da cidade. “Um exemplo de que a poesia pode inspirar a luta contra o trabalho infantil está na letra de Relampiano, parceria de Paulinho Moska e Lenine, e de Malabaristas do Sinal Vermelho, de Francisco Bosco e João Bosco”, diz Julio Ludemir, um dos criadores da FLUP.

Nos cinco sábados subsequentes, haverá palestras com poetas com uma obra marcada pelo engajamento, como Marcelo Yuka, Angélica Freitas, Sérgio Vaz, Ricardo Aleixo e Elisa Lucinda. A FLUP de 2017, que homenageará o centenário da Revolução Russa, terá um forte teor político.

O seminário e as palestras também inspirarão os poetas que vão participar do II Slam Colegial, que envolverá escolas públicas de ensino médio de seis regiões da metrópole carioca. O vencedor do II Slam Colegial, que acontecerá em julho, representará o Rio de Janeiro no FLUP Slam BNDES, competição de Poetry Slam que em novembro reunirá poetas de todo o país no Vidigal.

A FLUP é apresentada pelo Ministério da Cultura e BNDES, apoio do Ministério Público do Trabalho e Parceria Rio Filmes. Realização ACEC – Associação Cultural de Estudos Contemporâneos, Ministério da Cultura, Governo Federal, Ordem e Progresso.

Nós do Tudo Junto e Misturado vamos ter a oportunidade de entrevistar alguns autores e logo vocês terão mais novidades.

Sobre a FLUP

Idealizada por Ecio Salles e Julio Ludemir, a FLUP foi criada em 2012 com o objetivo de ser um espaço de formação de novos leitores e autores nas periferias das grandes cidades brasileiras. Em 2017, chega a sua 6ª edição propondo um diálogo com a ideia de revoluções - uma explícita homenagem ao centenário da Revolução Russa e ao cinquentenário de Maio de 1968. Mais um processo do que um evento, a Festa Literária das Periferias inicia suas atividades em maio, com uma sequência de encontros, visando à produção de uma coletânea de poemas e uma de narrativas curtas. A culminância deles será em novembro, em um evento de seis dias no Vidigal. Em 2012, a Flup ganhou o Prêmio Faz Diferença do jornal O Globo e, em 2016, o Excellence Awards da London Book Fair e Retratos da Leitura do Instituto Pró-Livro.
                                                                                              

Serviço

O ‘Seminário Seis Temas à Procura de Justiça - a Poesia Também Pode Inspirar a Luta Contra o Trabalho Infantil e a Escravidão Contemporânea’ acontecerá nos dias 12 e 13 de maio, no Museu de Arte do Rio, MAR, sujeito à lotação. Inscrições no link: goo.gl/94He2s .
Informações e inscrições para a Flup Pensa na página: facebook.com/FlupRJ.


12 de maio
18h30 - Abertura solene
• Conversa com Marcelino Freire e Marta Porto
• Slam demonstrativo



13 de maio
13h30 - Apresentação - FLUP e Ministério Público do Trabalho
14h30 - Coffee break
15h - Grupos de Trabalho sobre os seis temas:
1. Direito a Circulação (Julio de Tavares)
2. Racismo (Athayde Motta)
3. Machismo (Flavia Oliveira)
4. Brasil, o país dos privilégios (Lia Vainer Schucman)
5. Geração de renda (Marcus Vinicius Faustini)
6. Criminalização da pobreza (Julita Lemgruber)
17h - Coffee break
17h30 - Desdobramentos
19h - Encerramento



sábado, 30 de janeiro de 2016

Exposição sobre Frida Kahlo é atração no Rio de Janeiro

sábado, janeiro 30, 2016
Divulgação/EBC

Começou hoje, no Rio de Janeiro, a exposição Frida Kahlo: Conexões entre mulheres surrealistas no México, que fica em cartaz na Caixa Cultural até 27 de março. Em três galerias do espaço estarão expostos 30 trabalhos da artista, além das obras de outras 14 artistas mexicanas ou radicadas no país.
A exposição foi idealizada e coordenada pelo Instituto Tomie Ohtake, de São Paulo. Para a curadoria, foi convidada a pesquisadora mexicana Teresa Arcq, que, em sua busca por material sobre a artista, teve acesso aos arquivos secretos de Frida Kahlo.
Os novos documentos revelaram informações sobre as conexões da artista com pintoras surrealistas. E mostra, pela primeira vez, as ligações entre essas mulheres, tendo Frida como um centro. Essa rede alterou a cena de arte no país de forma dramática.
Teresa considera o estilo de Frida único, original e pessoal. A curadora assegura que a pintora não fazia parte de nenhum movimento artístico específico já que suas pinturas se relacionam com o surrealismo, outras eram influenciadas pela arte popular, mexicana ou pintura colonial, e alguns trabalhos foram baseados em fotografias.
Durante toda a vida, Frida Kahlo (nascida em 6 de julho de 1907, em Coyoacán, no México, onde morreu em 13 de julho de 1954) pintou 143 telas. Um ano antes de sua morte, Frida precisou amputar uns dos pés devido à gangrena, "Pés, para que os quero, se tenho asas para voar?" escreveu em seu diário a artista fascinante, dona de uma extraordinária obra, que se tornou um ícone.

A exposição Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas no México reúne 30 obras da artista mexicana – 20 óleos sobre tela e 10 trabalhos em papel, entre desenhos, colagens e litografias –, além de cerca de 100 obras de 14 artistas, mulheres nascidas ou radicadas no México: María Izquierdo, Remedios Varo, Leonora Carrington, Rosa Rolanda, Lola Álvarez Bravo, Lucienne Bloch, Alice Rahon, Kati Horna, Bridget Tichenor, Jacqueline Lamba, Bona de Mandiargues, Cordélia Urueta, Olga Costa e Sylvia Fein. A mostra começou em São Paulo, no Instituto Tomie Ohtake, com 600 mil visitantes. Depois do Rio de Janeiro será a vez de Brasília receber a exposição.