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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Buscar um novo emprego é a meta de muitos em 2018

segunda-feira, janeiro 15, 2018

Buscar um novo emprego; confira algumas dicas



Buscar um novo emprego e recolocação no mercado de trabalho. É isso que falarei no meu post hoje. Um assunto muito procurado nos dias atuais. A crise afetou empresas e muita gente também. Alguns querem entrar no mercado do trabalho, outros buscam sua recolocação nele.   

Pesando nesse assunto, eu bati um papo com *Renata Deszio Polazzo, profissional da área de recursos humanos há 12 anos no mercado.
Bora conferir algumas dicas e situações que precisam ser evitadas na hora de buscar um emprego.


R.T. - No início do ano é uma boa procurar emprego? 

R.D.P. - Régis, o que eu sempre digo para as pessoas, é que cuidar da carreira é igual cuidar da saúde. As pessoas esperam perder o emprego para começar a correr atrás. A dica é sempre manter seu cv atualizado, ir a entrevistas e não deixar de mandar currículos. Quando ficamos doentes, queremos nos curar rápido, investimos dinheiro e ficamos bravos inclusive com alguns médicos. Todo tratamento é demorado. Mesma coisa do emprego! 

Tem que manter os documentos atualizados, o CV, tem que enviar currículo, manter linkedin, conexões e etc.
Eu como RH recebo mensagens do tipo, nossa quanto tempo, você sumiu, etc. E isso realmente é uma coisa desagradável. A pessoa estava estável em um emprego e em nenhum momento te chamou para um café ou para um bate papo. O network não é realizado somente quando você precisa. Ele é feito justamente no dia a dia. 

Outra questão é uma cultura que temos: Ah o ano só começa depois do carnaval. Ah as empresas só contratam em X mês.
Isso não existe mais. Todos os meses são realizados processos seletivos. Não tem data. É aquela mesma mania de querer começar o regime de segunda feira, começar no ano novo cheia de planos e não conseguir por em prática. Essas culturas tem que acabar. 
Procurar emprego faz parte da sua rotina, nem que for uma hora por dia, ou 3 horas por semana, enfim, você tem que se organizar. 

Na primeira semana de 2018 agendei processo seletivo para Departamento pessoal e não compareceram candidatos em dois horários que eu agendei. 
Pela cultura que temos! 
Segunda e terça feira são os dias mais cheios para a busca de emprego, por que sentiu falta do dinheiro no final de semana. Na sexta feira, é o dia mais vazio, e com maior número de faltas nos processos seletivos. 

Esse ano em especial, temos 16 feriados, Copa Eleição e etc, então sinto que as pessoas estão querendo se recolocar o quanto antes. 
Muitas empresas, apesar de terem cortado muitos funcionários, no final de dezembro, sabem que esse ano será movimentado. Temos que parar de falar da crise. Muita gente que foi mandada embora em 2015/2016 acabou abrindo um próprio negócio, ou começou a atuar na área que realmente gosta! A crise veio para mexer e chacoalhar. Muita gente mudou de área, e 2018 está cheio de ótimas promessas. 

R.T. - Quais as informações necessárias que precisa ter em um currículo? 

R.D.P. - Nome, idade, endereço, contatos, emails, objetivo, formação, últimas experiências, nome das empresas, área delas, data da entrada e saída, e se possível o motivo.


R.T. - Como um candidato precisa se portar em uma entrevista? 

R.D.P. - Primeiro que o candidato deve entrar no site da empresa e saber do que se trata. 
É importante ele treinar as perguntas de seleção na casa dele em frente a um espelho, gravando áudio no whatssap, vídeo dele mesmo, treinar com uma amiga, namorado, enfim. Os candidatos veem muito despreparados, e o pior, sem sabem falar deles mesmo. 

Isso já é uma forma dele saber se portar. 
A questão da vestimenta é bem importante.
Celular, rádio, etc, não podem estar ativos nessa hora.  Tem muita coisa, muitas dicas, porém o principal é o respeito. 

R.T. - Quais os erros mais comuns cometidos nas entrevistas que o candidato não pode ter? 

R.D.P. - Chegar de roupa curta, ficar falando no celular, com fone de ouvido, vícios de linguagem, não saber falar dele, não saber quanto tempo demora para chegar na empresa, não ter estudado nada da vaga antes, de não se atentar sobre as perguntas e etc. 

R.T. - Quais as maiores dificuldades dos recrutadores na hora de contratar? 

R.D.P. - Falta dos candidatos, falta de atenção deles, falta de retorno deles. Currículos confusos, candidatos de difícil acesso e inflexibilidade. Distância.

R.T. - Quais são suas dicas para os candidatos? 

R.D.P. - Estudem antes de ir para qualquer entrevista e se atendem a explicação da selecionadora. Não adianta ficar ansioso, por que o que é seu está guardado. Saiba falar de você! 

R.T. - As empresas analisam o comportamento dos candidatos nas redes sociais antes e depois da contratação para ver se o mesmo encontra-se motivado? 

R.D.P. - Eu sempre olho antes, e depois. Nós avaliamos, principalmente quando a pessoa leva atestado médico e posta fotos na praia! A questão da motivação prefiro ver no dia a dia, porem tem funcionários tem ficam distante, ai nesse caso, realmente as redes sociais me ajudam.


Profissional da área de recursos humanos a doze anos, atuando  com foco maior em recrutamento e seleção e gestão de pessoas!
Idealizadora do projeto Mercado de Trabalho, aonde instrui pessoas no bairro da Pompeia, em São Paulo a se portar em processo seletivo, o que responder, como se vestir e etc!
Contato: 
Email.: renatadesiopolazzo@gmail.com
Skype.: Renata.Desio.Polazzo

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Iêda Lima lança autobiografia e diz em entrevista ao TJM, “É o ato de transgredir que nos faz evoluir como ser humano”

quinta-feira, julho 13, 2017
Foto: Erika de Faria Alves

Falar de um militante durante o período da ditadura? Não sei como começar, apenas me sinto na obrigação de dizer o papel importante que eles tiveram nesse período. Hoje não irei discorrer do meu eterno amigo revolucionário e pai da comunicação alternativa, Vito Giannoti. Hoje falarei da escritora Iêda Lima que lançou sua autobiografia intitulada, “Um olhar no retrovisor e outro na estrada”.

Durante sua juventude, na década de 60, perante o sistema político e os problemas enfrentados pela sociedade a transformaram em uma jovem rebelde que se somou a tantos outros na defesa do livre pensar e se reunir com outros militantes, o que lhe custou quase nove anos de exílio. Ao aposentar-se, aos 66 anos de idade, resolveu contar um pouco da sua história.
Foto: Erika de Faria Alves

Segundo a autora, foi uma maneira que ela encontrou para contar aos jovens que um projeto se constrói com compromisso, engajamento e coragem para acolher as desventuras e conquistas como ferramentas de aprendizagem e de crescimento pessoal e coletivo.
E como digo, falou de cultura e entretenimento, lembrou-se do Blog Tudo Junto e Misturado que entrevistou a militante. É só conferir...

Tudo Junto e Misturado - Como é contar sua própria história?

Iêda Lima - É reviver as mesmas emoções sentidas em cada momento relembrado e reforçar a ideia de que compartilhar experiências e os aprendizados de uma vida inteira, incluindo os fatos políticos que influenciaram as nossas vidas, pode ser útil para os mais jovens, a quem lhes cabe levar adiante o bastão.

TJM - O que mais te marcou durante a ditadura?

I.L. - A truculência e o desrespeito ao direito de um ser humano de pensar, de se expressar, de se reunir, de ter opiniões divergentes e de protestar.

TJM - Acredito que vivemos em uma falsa democracia. A luta em prol da democracia deve continuar?

I.L. - Na verdade, a nossa democracia está em crise, assim como acontece no mundo inteiro. Estamos vivenciando uma transição entre a velha democracia, que tem como um dos pilares institucionais um sistema político e eleitoral viciado pela frágil representatividade, distante dos eleitores, carcomido pela corrupção e caro, para uma democracia que reflita mais as novas relações sociais, que deixaram de ser verticais, com partidos e sindicatos que “falavam por cada um dos seus representados”, e que ganha uma crescente horizontalidade, que dá muito mais poder de participação, escolha e fiscalização aos indivíduos. A internet não somente revolucionou a comunicação, mas também atingiu, em cheio, a maneira de fazer política.

TJM - Atualmente temos mais revolucionários nas redes sociais do que nas ruas?

I.L. - Interpretando os “revolucionários” como sendo pessoas que não perderam a capacidade de se indignar e de romper com os paradigmas, eu diria que não. Temos exemplos do Brasil, da Venezuela, da França e outros países onde os “revolucionários” saíram às ruas quando necessário, para exigir mais ética, probidade e competência na condução da coisa pública e respeito às liberdades democráticas. Mas as redes sociais também tem um papel muito importante, como meios de formar opinião e de organizar e mobilizar as pessoas.

TJM - A juventude de hoje precisa se conscientizar mais sobre a importância das lutas do passado, para revolucionar o futuro?

I.L. - Sim, pois eles nasceram na democracia que já havia sido restaurada e grande parte ainda acham que esse negócio de participação é coisa dos “tios”, aqueles que decidiram entrar no sistema político-eleitoral por diversas motivações. Sem a participação cidadã dos jovens, que estão esperando e cobrando serviços públicos de qualidade, a mudança poderá ser para pior.

TJM - Vale a pena lutarmos pelos nossos ideais?

I.L. - O que move as mudanças – pessoais ou coletivas – é o nosso ideal ou a nossa alma. A alma é transgressora por natureza, como diz o rabino Nilton Bonder, em “A alma imoral”. É o ato de transgredir que nos faz evoluir como ser humano e sociedade. Estamos em um momento no mundo em que a transgressão das próprias convicções se tornou essencial.


Sobre a autora

Iêda Lima é de Campina Grande, mas mora em São Paulo desde 2010. Descendente de índios Tarairús e Potiguares e mistura com brancos Holandeses e Portugueses, Iêda Lima teve uma rica experiência profissional, após a sua volta do exílio no Chile e Alemanha.
Formada em Economia de Transportes, pela Escola Superior de Transportes e Comunicações de Dresden, na Alemanha, Mestre pela Universidade Federal da Paraíba/Campina Grande e Doutora pela USP de São Carlos, em Engenharia de Transportes, ela é autora do livro técnico “O novo e o velho na gestão da qualidade do transporte urbano” (Bauru: EDIPRO, 1996), e desde sua aposentadoria, em junho de 2014, dedica-se a escrever, fotografar, formar opinião via redes sociais e curtir a família e os amigos. Esta é sua primeira obra pessoal e destaca-se como uma autobiografia com viés político e social que muito nos faz refletir sobre o momento atual em que vivemos.


Serviço
Autobiografia - “Um olhar no retrovisor e outro na estrada”
Autora - Iêda Lima
160 páginas – 14x21cm
R$ 34,90
Editora Literando & Afins

Noite de autógrafos, em quatro capitais:

Campina Grande - 17 de agosto, quinta-feira, na livraria Espaço da Cultura, a partir das 17h30
Recife - 24 de agosto, quinta-feira, na Livraria Cultura do Paço Alfândega, a partir das 18h
Brasília - 31 de agosto, quinta-feira, na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, a partir das 18h
Fortaleza – 23 de novembro, quarta-feira, na Livraria Cultura do Shopping Varanda Mall, a partir das 18h


terça-feira, 20 de junho de 2017

Escritora Carina Rissi participa pela primeira vez de evento literário no litoral norte e fala com exclusividade ao TJM

terça-feira, junho 20, 2017
 
Foto: Divulgação
O programa “Viagem Literária” está cheio de novidades e durante o mês de junho escritores de literatura juvenil estará em 90 bibliotecas do estado de São Paulo. Caraguá, Ilhabela e Ubatuba recebem a escritora Carina Rissi, que vem ao litoral pela primeira vez a trabalho para bate-papos, autógrafos e muitas fotos, nos dias 26, 27 e 28 de junho. Carina é autora da série “Perdida” e de outros Best-Sellers como "Procura-se um Marido", "No Mundo da Luna" e "Mentira Perfeita". 

Já vendeu mais de 300 mil exemplares e teve seus livros publicados em Portugal, na Rússia, na Ucrânia e na Itália. A escritora é muito simpática e possui uma criatividade intelectual que deixa muitos escritores com inveja, bateu um papo com o TJM e contou algumas curiosidades, por exemplo: como administra seu tempo, quais suas expectativas para o evento que será realizado no litoral e muito mais. Bora aproveitar e ver o que ela disse.  

Tudo Junto e Misturado – Quais são suas expectativas para o evento no litoral norte?

Carina Rissi – É a primeira vez que vou a trabalho no litoral, nas três cidades (Caraguá, Ubatuba e Ilhabela), e eu estou super ansiosa e empolgada para isso acontecer. O convite da Viagem Literária foi muito incrível, fiquei muito feliz e muito honrada em poder fazer parte desse projeto que é tão bonito e espero que ele possa expandir a nível Brasil, não somente no Estado de São Paulo. Eu gosto dos eventos por isso, gosto da troca desse olho no olho, lá tem conversa, tem risada, tem esse contato direto. E com isso tudo é sensacional.

T.J.M.- Para os escritores, qual a importância de participar desses eventos?

C.R. - Nós escritores, blogueiros, pessoas que estão envolvidas com literaturas em geral, você vê a força que esse tipo de evento tem, especialmente nos jovens; 80% das pessoas presentes nas feiras são jovens, e acho que é onde você conquista mesmo; entre os 14 e 15 anos que você conquista o leitor e ele nunca mais se afasta dos livros.

T.J.M.- Uma das curiosidade é saber como você administra seu tempo para escrever, criar e ainda cuidar da família?

C.R. - (Risos), também me faço a mesma pergunta. Na verdade a gente acaba tendo que se desdobrar assim como todo mundo, agora eu tenho prazo com a editora; e fica um pouco mais apertado o meu tempo. Hoje eu vivo de livros, eu como livros digamos assim; é meu ganha pão,  então faço isso profissionalmente. Eu tento seguir uma regrinha de horários e tal, onde começo as 7 da manhã e vou até 6 da tarde, mas quando está chegando perto do prazo e falta muito para terminar, eu acabo trabalhando de catorze à dezesseis horas.  Ás vezes da saudade da família porque habitamos na mesma casa, mas parece que eu não estou aqui, sempre naquele mundinho, no universo que eu estou criando.  
Também tem aquela questão que quando saímos nem mencionamos nada sobre trabalho, é duro, afinal, quando a gente mexe com criatividade, às vezes só nos afastamos do computador, mas não do trabalho em si, ficamos pensando nele, em uma cena que você está com problema, como você pode melhorar com determinada frase, ou alguma coisa que não está legal no texto, então, estamos longe e ao mesmo tempo não paramos de trabalhar, já aconteceu isso até na fila no Mc Donalds.

T.J.M.- Com um trabalho assim, precisamos de apoio da família. Como a sua encara essa agitação?

C.R. - A família me apoia desde inicio, eles acreditaram no começo falando que poderia dar certo, acho que até mais que eu. Eles vão sempre aos eventos comigo, sempre vamos de carro, só quando preciso ir para o Nordeste, Norte e eu tenho pavor de avião, e parece que quando mais medo a gente tem, mais a coisa chama. Então nos que eu vou de carro, eles sempre vão comigo porque se não, eu não vejo mais a família. Então são bem legais esses momentos na estrada também.  

T.J.M.- Com o crescimento da era digital, qual segredo para se conquistar tantos leitores?

C.R. - Eu acho que muito se deve ao digital, ao universo digital, das redes sociais, para falar bem a verdade. Foi assim que eu comecei, lá atrás em 2011. Com apoio de blogs, de leitores que divulgavam capas dos livros e marcavam outros amigos; eu acho que é uma ferramenta incrível para iniciantes ou não. Paulo Coelho já falou sobre isso, ele dedica uma parte do tempo dele só para as redes sociais. Eu acho que existem vários tipos de entretenimento e o livro é mais um deles. Eu particularmente tenho ebooks, mas também tenho os meus de cabeceira que eu gosto de ir folheando, tenho todos marcados e tal. Então, você está dando espaço para estar brincando, jogando e ao mesmo tempo sendo uma ferramenta essencial de pesquisas e leituras.

T.J.M.- É verdade que dois de seus livros vão virar filmes nacionais?

C.R. – Sim, o Perdida e Procura-se um Marido. Eu já fechei com produtores diferentes, o Procura-se está com a Framboesa Filmes, eu tive um encontro com a roteirista e eu fiquei bem animada. Ela captou direitinho a essência do livro, acho que vai ficar um filme muito bacana e muito divertido, O Perdida está com a Amberg Filmes e esse, eu ainda terei mais informações no meio do ano. Mas irão virar filmes sim.

T.J.M.- Qual sensação te ver seus livros publicados, desde o primeiro até o último?

C.R. – A emoção do primeiro até o último é a mesma, a preocupação, a ansiedade são as mesmas, e eu não vejo muita diferença não.  A única diferença que naquela época eu não conhecia tão bem o mercado, era muito inexperiente, tudo era muito novo, e tudo me assustava mais, hoje eu já estou mais acostumada com isso.

T.J.M.- Como é ver os comentários nas redes sociais ou em locais públicos lendo duas obras?

C.R. – É tudo muito incrível, eu moro em uma cidade pequena, aqui não tem metrô, não tem ônibus, não tem nada. Vamos a pé aos lugares e eu ainda não tive a oportunidade de ver alguém no metrô ou ônibus lendo, mas o pessoal tira foto e me manda. Ainda não consegui entender direito como meu trabalho conseguiu chegar a tanta gente, mas é muito especial esse relacionamento autor leitor, de alguém permitir que você conte uma história, e que você mexa com as emoções, porque é isso que o livro faz conosco, então é tudo muito incrível.


Carina Rissi

Carina Rissi é uma leitora voraz, sempre lê a última página de um livro antes de comprá-lo e tem um fascínio inexplicável pelo tema “amores impossíveis”. Vê nas obras de Jane Austen uma fonte de inspiração.

Quando se desgruda dos livros – tanto dos que lê quanto dos que escreve –, Carina se diverte assistindo a comédias românticas ao lado da família e planejando viagens a lugares exóticos que não conhecerá tão cedo, devido ao seu pavor de avião.

Nasceu em Ariranha, interior de São Paulo, onde mora atualmente com o marido e a filha. É autora da série Perdida e de outros best-sellers como Procura-se um marido, No mundo da Luna e Mentira Perfeita, lançados pela Verus Editora. Carina já vendeu mais de 400 mil exemplares e teve seus livros publicados em Portugal, na Rússia, na Ucrânia e na Itália.

SERVIÇO

Viagem Literária

Encontro com Carina Rissi

Data: 26 de junho, 14h - Ilhabela
Local: Biblioteca Prefeita Nilce Signorini
Av. Princesa Isabel, 2626 - Barra Velha

Data: 27 de junho, 15h - Ubatuba
Local: Biblioteca Pública Municipal “Ateneu Ubatubense”
Praça 13 de Maio, 52 – Centro


Data: 28 de junho, 14h - Caraguatatuba
Local: Biblioteca Afonso Schmidt
Rua Santa Cruz, 396 – Centro