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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Exposição fotográfica "Meu Olhar Fala" será aberta nesta sexta-feira no Teatro de Caraguatatuba

quinta-feira, julho 06, 2017


Foto: Divulgação

Galera eu não poderia ficar fora dessa, aqui em Caraguá vai rolar a abertura da exposição de fotos dos alunos da oficina “Meu Olhar Fala”, no Teatro Mário Covas, às 19h desta sexta feira.  Realizada pela professora Déborah Gérbera, junto com a Fundacc – Fundação Educacional e Cultural de Caraguatatuba, a oficina formou 75 alunos e para exposição foram escolhidas 3 fotos de cada aluno da oficina.

Eu fui ver a galera arrumando tudo, nos bastidores e a Débora me contou sobre a escolha das fotos e da importância deste evento, “a exposição é o resultado de um semestre de estudo, é importante olhar para o que se produziu, escolher as 3 imagens que melhor representa a pessoa e compartilhar com as pessoas, outros estudantes, amigos, família, desconhecidos, faz parte da experiência de fotógrafo, essa exposição, essa troca, perceber o que sua imagem provoca nas pessoas, é o retorno da sua produção, do seu Olhar”.


Quem me conhece sabe que sou fã de semiótica e claro que ia falar com ela sobre sua oficina e ela acrescentou, “o curso estimula a sensibilidade no olhar, na percepção através de uma linguagem pessoal, quero que os participantes da Oficina “Meu Olhar Fala” encontre a sua "fala", compreendam e a explorem”.
Ficou curioso para saber mais? As fotografias ficarão expostas durante todo o mês de julho no hall do Teatro Mario Covas, aí é só conferir pessoalmente.

Serviço
Av. Goiás, 187 - Indaiá
Caraguatatuba

Tel.: (12) 3881-2623

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Pré-Estreia do espetáculo "Cão Sem Plumas" lota Teatro Mário Covas em Caraguá

quarta-feira, maio 24, 2017
Foto: Divulgação

Na última semana, no Teatro Mário Covas, na cidade de Caraguatatuba, recebeu a pré-estreia nacional do espetáculo, “Cão Sem Plumas” da Companhia Deborah Colker. Claro que o auditório lotou né pessoal. O espetáculo é baseado no poema de João Cabral de Melo Neto (1920-1999), considerado um dos maiores poetas da Geração de 45 no Brasil.

Albert Einstein dizia, “as leis de construção do discurso interior acabam sendo as mesmas que servem de base para toda variedade de leis que regem a construção da forma e da composição das obras de artes”.

Durante o espetáculo pude perceber o domínio e a qualidade dos bailarinos durante o espetáculo, sem contar a expressividade social e impactante que pode ser observado durante a apresentação. Crianças e adultos não conseguiam se distrair, porque o espetáculo é totalmente forte, sabe o lance de tocar você de alguma forma? Sabe a pegada da semiótica? Bem assim mesmo. 

No meu ponto de vista, realmente há uma crítica à sociedade, a sua condição humana, assim como o poeta escreveu em Barcelona, sobre a sua preocupação com a realidade nordestina e a denúncia da miséria. Tudo isso é passado no palco. 
A estreia internacional acontece em 3 de junho, no Teatro Guararapes, em Recife.
Eu indico aos amantes de cultura, bora lá conferir.

DEBORAH COLKER

A inquietação e o gosto pela diversidade não se tornaram uma marca do trabalho Deborah Colker por acaso. Criada entre a solidão do estudo do piano clássico e a prática de um esporte coletivo, o voleibol, a coreógrafa carioca iniciou-se na dança contemporânea como bailarina do Coringa, da uruguaia Graciela Figueiroa, grupo que marcou época no Rio de Janeiro dos anos 1980.

Em 1984, a convite de Dina Sfat, atriz de contornos mitológicos na cena teatral brasileira, deu início àquela que seria a principal vertente de sua carreira nos dez anos subsequentes: diretora de movimento – expressão especialmente cunhada para ela pelo encenador Ulysses Cruz para sublinhar a relevância de seu trabalho no resultado final de algumas dezenas de espetáculos de teatro com que colaborou neste período.

A rubrica, que acabaria se incorporando ao jargão cênico brasileiro, aplica-se também, e com precisão, ao papel que desempenhou, por exemplo, na criação dos movimentos dos bonecos-cachorros da TV Colosso – um marco na programação televisiva infantil brasileira dos anos 1990.

Antes ou depois de fundar, em 1994, a companhia que leva seu nome, Deborah Colker imprimiu sua marca ainda em territórios tão distintos quanto o videoclipe, a moda, o cinema, o circo e o showbiz. Inscreveu seu nome, também, na história do maior espetáculo de massa do planeta: o desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, símbolo maior do carnaval carioca, com o qual contribuiu repetidas vezes assinando a coreografia de comissões de frente de grandes agremiações, a exemplo da Mangueira, da Unidos do Viradouro e, mais recentemente, da Imperatriz Leopoldinense.
Largamente reconhecida pela crítica internacional, a excelência de seu trabalho como coreógrafa foi honrada em 2001 com o Laurence Olivier Award na categoria “Oustanding Achievement in Dance" (realização mais notável em dança).

Cinco anos mais tarde, motivava o convite da FIFA para dar vida ao único espetáculo de dança a figurar na grade de atividades culturais da Copa do Mundo 2006, na Alemanha: Maracanã – incorporado mais tarde ao repertório da Cia Deborah Colker sob o título de Dínamo.
Em 2009, assinava a criação do novo espetáculo do Cirque de Soleil – Ovo, uma viagem lúdica pelo mundo dos insetos.

Uma das maiores honras, ser Diretora de Movimento das Olimpíadas do Rio 2016 mostrando um espetáculo visual representativo da energia do povo brasileiro. Espetáculo este que também incluía elementos icônicos de trabalhos dela como coreógrafa.

A COMPANHIA

Em 1994, a Companhia de Dança Deborah Colker subia à cena pela primeira vez no palco Theatro Municipal do Rio de Janeiro, um dos mais importantes do país, dividindo a noite com o Momix, o cultuado grupo de Moses Pendleton. Era a edição inaugural da mostra O Globo em Movimento, que se tornaria referência no panorama brasileiro da dança, e Vulcão, o espetáculo de estreia, faria jus ao nome.

A grande explosão, no entanto, viria no ano seguinte com Velox, que em seis meses contabilizava 55 mil espectadores. Um fenômeno que renderia à companhia uma estabilidade precoce. Em 1996, apenas dois anos depois de vir ao mundo, a Cia Deborah Colker era contemplada com o patrocínio exclusivo da Petrobras e ocupava sede própria. No mesmo ano, fazia sua primeira estreia mundial em território estrangeiro.

Montado especialmente para a prestigiosa Bienal de Dança de Lyon, Mix cuidaria de projetar internacionalmente o trabalho da companhia carioca, e, cinco anos mais tarde, teria sua excelência chancelada pela Society of London Theatre, arrebatando, na categoria "Outstanding Achievement in Dance" (realização mais notável em dança), o Laurence Olivier Award 2001 – honraria jamais concedida a um artista ou grupo brasileiro.

De lá para cá, a Cia de Dança Deborah Colker percorreu quatro continentes apresentando-se em alguns dos palcos mais importantes do mundo, como John F. Kennedy Center (Washington, EUA), Joyce Theatre e New York City Center (Nova Iorque, EUA), Harbour Centre (Toronto, Canadá), Barbican Centre (Londres, Inglaterra), Birmingham Hippodrome (Birmingham, Inglaterra), The Play House e Festival Theatre (Edimburgo, Escócia), Maison de La Dance (Lyon, França), Centro Cultural de Belém (Lisboa, Portugal), Admiral Spalatz (Berlim, Alemanha), Stopera Muziektheater (Amsterdam, Holanda), Esplanade Theatre (Singapura, Singapura), Hong Kong Cultural Grand Theatre (Hong Kong, China), Macau Cultural Centre (Macau, China), Kanagawa Arts Centre (Tóquio, Japão), Tel Aviv Opera House (Tel Aviv, Israel), Royal Opera House Muscat (Mascate, Omã), Westpactrust St James Theatre (Wellington, Nova Zelândia), Teatro Nacional Cervantes e Opera Allianz (Buenos Aires, Argentina), entre tantos outros.

Com onze espetáculos na bagagem e sete em repertório, ao longo desses anos, a coreógrafa carioca e sua companhia figuraram com destaque em periódicos influentes como Evening Standard, Metro, The Daily Telegraph, The Guardian, The Independent, The Stage, The Sunday Telegraph, The Sunday Times, The Telegraph, The Times e Time Out (Reino Unido); Danse Conservatoire e Le Figaro (França); Der Tagesspiel, Die Rheinpfalz, Koegler Journal, Thüringer Allgemeine, TLZ | Thüringische Lansdeszeitung (Alemanha); The Kurrier e Tiroler Tageszeitung (Áustria); New York Times e Washington Post (EUA) e La Nación (Argentina).

O reconhecimento internacional motivou também convites para o desenvolvimento de projetos comissionados fora do Brasil, como foi o caso de Maracanã, especialmente encomendado pela FIFA para a Copa do Mundo 2006 (e posteriormente incorporado ao repertório da cia sob o título de Dínamo), e Ovo, de 2009, uma colaboração de Colker com o Cirque du Soleil. E despertou o interesse de corpos de baile estrangeiros em levar à cena peças do repertório da companhia brasileira de dança – como acaba de fazer o Ballet de l’Opéra National du Rhin, que em novembro de 2014 estreou, sob a direção da própria Deborah Colker, sua montagem de Nó.

PRÊMIOS

JORNAL O GLOBO
Os melhores de 1995 na dança – VELOX

JORNAL DO BRASIL
Os melhores de 1995 na dança – VELOX

JORNAL O GLOBO
Melhor espetáculo de dança de 1997 – ROTA

PRÊMIO MINISTÉRIO DA CULTURA
Troféu Mambembe de 1997 – ROTA

JORNAL DO BRASIL
Melhores espetáculos de dança 1999 – CASA

PRÊMIO RIO DANÇA 1999
Melhor figurino, cenografia e iluminação – CASA

LAURENCE OLIVIER AWARDS 2001 (Grã-Bretanha)
Coreografia do espetáculo – MIX





quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Teatro de Caraguá apresenta oficina “Histórias Invisíveis” nesta quinta-feira

quarta-feira, fevereiro 15, 2017
Foto: Divulgação
O Teatro Mario Covas, localizado em Caraguatatuba, oferece amanhã (16), às 14h, a oficina “Histórias Invisíveis”, promovida pela Cia. Estelar de Teatro. A programação é voltada ao público feminino e a entrada é franca.
Voltada a mulheres com ou sem experiência teatral, a oficina busca um espaço de compartilhamento de experiências entre as participantes e a possibilidade de criação teatral conjunta a partir dessas marcas. O objetivo é estimular o empoderamento feminino (tema foco da Cia. há mais de uma década) e a experimentação criativa. 

As mulheres presentes serão desafiadas a contarem suas próprias histórias e, com música ao vivo, atores da Cia. criarão cenas a partir de histórias escolhidas, dando voz a suas protagonistas e buscando reflexões entre público e artistas. A oficina resultará na intervenção urbana “Histórias Invisíveis nas Ruas”, que será realizada logo após a oficina, às 18h.


As inscrições podem ser realizadas pessoalmente no Teatro Mario Covas, ou pelo telefone: (12) 3881.2612. O Teatro está localizado na Avenida Goiás, 187, no Indaiá. Horários de atendimento: segunda a sexta, das 9h às 12h – 13h às 17h. Mais informações: (12) 3881.2623.

Serviço
Oficina “Histórias Invisíveis” – Cia. Estelar de Teatro
Dia 16/2 – quinta-feira – das 14h às 18h
Entrada franca
Classificação: 14 anos
Inscrições: Pelo telefone do TMC (12) 3881.2612


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Célo Bechert apresenta “Show de Humor” hoje no TMC

terça-feira, fevereiro 16, 2016
Foto: Divulgação
Hoje, no Teatro Mario Covas de Caraguá, às 21h, acontece o espetáculo “Show de Humor” com o comediante Célo Bechert.
Pra fugir do convencional, Célo desenvolveu um tipo de humor “família”, de maneira que crianças e a melhor idade também possam conhecer e apreciar seu trabalho, sem palavrão, sem apelação e com muitas risadas garantidas. Em todos os shows, recebe muitos elogios e depoimentos parabenizando-o pelo seu repertório diversificado e divertido.
Com mais de 300 shows realizados desde 2012, o humorista foi vencedor do concurso de Stand Up Comedy da Folha de São Paulo e finalista do concurso do mesmo segmento, realizado pelo Shopping Parque das Bandeiras, em Campinas. Já se apresentou 2 vezes no navio MSC Preziosa para aproximadamente 1100 pessoas em cada ano (2014 e 2015), foi entrevistado nos programas “Pânico” e “Esporte em Discussão”, da rádio Jovem Pan, e mencionado com louvor pela Folha de São Paulo Ilustrada como “humorista brasileiro que não fala palavrão”, na época, em homenagem aos seus 200 shows. Classificação 10 anos.
Os ingressos custam R$ 40 inteira e R$ 20 meia-entrada antecipado e R$ 60 inteira e R$ 30 meia-entrada no dia da apresentação e podem ser adquiridos no site www.ingressorapido.com.br e na bilheteria do teatro, no dia da apresentação, a partir das 14h.
O Teatro está localizado na Av. Goiás, nº 187, no Indaiá. Mais informações: (12) 3881-2623.